Ciência para todos
O Projeto Robótica Pedagógica ou Educacional Livre propõe o uso de softwares e hardwares livres; sucatas eletrônica-tecnológicas para/na construção de kits alternativos de robótica pedagógica e protótipos de artefatos cognitivos.
Site: http://www.roboticalivre.org
Membros: 39
Última atividade: 7 horas atrás
Os objetivos do grupo são:
- Discutir a questão da Educação Tecnológica e Robótica com Sucatas eletrônicas/tecnológicas, Softwares e Hardwares Livres na construção de Artefatos Cognitivos nas diversas áreas de conhecimento e em espaços multirreferenciais de aprendizagem
- Criação e desenvolvimento de propostas pedagógicas para Robótica Livre
- Emancipação sociodigital a partir da Robótica Pedagógica Livre
- Robótica Livre e Educação Inclusiva
- Metodologias de Ensino e Aprendizagem a partir da Robótica Livre
- Formação de Professores e Robótica Pedagógica Livre
- Processos de ensino e aprendizagem (cognição)
- Modelos colaborativos de produção do conhecimento sobre/para RPL
Iniciado por Charles Esteves Lima. Última resposta de Enio Benatti 30 Ago, 2011. 23 Respostas 0 Curtiram isto
Sou professor de robótica e considero que devíamos pensar e porque não criar um kit de robótica de baixo custo, para que possamos levar conhecimento a quem deseja e não tem condições pra isto.vamos…Continuar
Iniciado por brunopio. Última resposta de brunopio 29 Ago, 2011. 2 Respostas 0 Curtiram isto
Olá! Alguém conhece algum lugar em Brasília/DF, ou em qualquer lugar do Brasil, que faça protótipos funcionais? Estes tipos de empresa são essenciais para o desenvolvimento tecnológico, ajudando…Continuar
Iniciado por lucas anibal tanure alves. Última resposta de Anderson Rocha 20 Ago, 2011. 0 Respostas 0 Curtiram isto
Ola, Meu nome é Lucas Tanure e me formei em Ciência da computação na Unicamp. Tenho me envolvido com Robótica Pedagógica desde 2006. E tenho certo conhecimento de RP com os projetos GoGo Board e…Continuar
Tags: GoGo Board, Open Source, Baixo Custo, Robótica Pedagógica
Iniciado por Rodrigo Barbosa e Silva. Última resposta de Anderson Rocha 19 Ago, 2011. 2 Respostas 0 Curtiram isto
Participantes, é um prazer fazer parte do grupo! Creio que a questão dos termos é importante. Pedagogia, educação, construção, inclusão e liberdade, entre tantos outros, podem representar uma…Continuar
Olá Rodrigo. Tudo bem? Ainda não tive o prazer de conhecê-lo pessoalmente. Mas estou acompanhando o "excelente" trabalho que está fazendo de Robótica. Está de Parabéns você e o grupo que trabalha!
O que você acha de discutirmos "o conceito ingênuo de Tecnologia" no objetivo "Emancipação sociodigital a partir da Robótica Pedagógica Livre"?
Abs!!
Comentário de Carlos Andre Dias Bezerra em 20 agosto 2011 às 0:31 Caros da RPL,
Vamos aproveitar a Comissão do Futuro para difundir ainda mais a RPL no ensino fundamental, médio e superior.
Parabéns a todos da RPL !
18 setembro 2011 a 24 setembro 2011 – São João del Rei, MG É com grande satisfação que anunciamos a realização da primeira mostra em âmbito nacional para trabalhos centrados na temática da robótica apoiada pelo CNPq. A MNR reunirá trabalhos do ensino fundame… Organizado por Alexandre da Silva Simões | Tipo: divulgação, científica
Abs!!
Boa noite,
IBM apresenta primeiros processadores cognitivos
link: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=i...
Abs!!
Boa noite,
Curso de Inteligência Artificial em Stanford - Online e Livre
A Universidade de Stanford está aceitando a inscrição de alunos para o curso de Inteligência Artificial. Período do curso: 26/09-16/12 de 2011.
links:
http://spectrum.ieee.org/automaton/robotics/artificial-intelligence...
http://see.stanford.edu/see/courses.aspx
Obs.: Existem outros cursos sendo ofertados.
Abs!!
Prezados Danilo e comunidade, boa tarde!
"Emancipação sociodigital a partir da Robótica Pedagógica Livre" parece um título muito pomposo para a discussão sobre ingenuidade no uso de técnicas e tecnologias. Teríamos problemas em definir exatamente "emancipação", "sociodigital" e "pedagógica".
A emancipação implicaria uma autonomia e igualdade que ainda são projetadas. Ótimo imaginar que todos estariam "emancipados" e que seria fácil fazê-lo com adoção de técnicas e tecnologias, mas na realidade estamos em movimento dentro de estruturas sociais pouco maleáveis. Emancipação, como conceito, tem a ideia de igualdade que deve nortear todo o processo de humanização.
Sociodigital... Todas as técnicas e tecnologias, salvo melhor juízo, são sociais. Podemos ver a constatação em filósofos como Álvaro Vieira Pinto, também em Satre, Heiddeger, entre tantos outros. Vieira Pinto escreveu que a sociedade tem, em cada época, exatamente a técnica que necessita.
O termo "pedagógica" ainda é ponto de inquietação para mim. Coloco em dúvida também o termo "educacional". Dessa forma, acredito que rótulos devem ser exaustivamente pesquisados antes de representarem a bandeira de uma comunidade.
Sei que é um pouco "chato" ler um texto sobre uma "ontologia da robótica", entretanto acredito que a missão, principalmente daqueles que recebem formação de instituições públicas financiadas pelo trabalho dos brasileiros, é discutir em um ambiente tão elevado as verdadeiras bases para a robótica nas escolas.
Não gostaria de participar de mais um grupo que vai discutir a interface, a receita para fazer um robô, o código de funcionamento de um artefato qualquer. A discussão faltante na sociedade é sobre a base de conceitos da robótica. Enfim, se alguém perguntar por motivos para aprender robótica, exceto os conceitos comuns, está a comunidade preparada para responder?
Atenciosamente,
Rodrigo Barbosa e Silva
Olá Rodrigo e demais companheiros,
vou trazer - em breve - parte da minha tese de doutorado sobre a questão "pedagógica ou educacional", a "educativa" e a "cognitiva" na discussão. Peço desculpas pela demora em responder, pois estou centrado na escrita da tese que devo defender até março do ano que vem. Venho tentando mostrar que existem vários problemas na discussão de Robótica pedagógica: na formação de professores (na Dissertação de Mestrado em Educação trato do assunto - http://libertas.pbh.gov.br/~danilo.cesar/robotica_livre/dissertacao/); no processo de ensino e aprendizagem (cognição) entre outros.
Para uma leitura inicial sobre a diferença entre "educacional" e "educativo" recomendo que leia o texto do filósofo chileno Juan Casassus - Modernidade Educativa e Modernização Educacional - p. 5 (O texto está disponível na internet). Aos poucos vou trazer outros autores para a discussão.
Para uma discussão inicial de técnica e tecnologia recomendo o livro: Francis Bacon e a fundamentação da ciência como tecnologia - p. 45 - do Autor Bernardo Jefferson de Oliveira. Existem outros artigos como: A tecnologia como problema filosófico: três enfoques de Alberto Cupani. Estou para disponibilizar um texto que está para sair sobre o conceito de artefato técnico, tecnológico, robótico e cognitivo.
Sobre emancipação sociodigital recomendo inicialmente: Políticas Públicas & Inclusão Digital - Org. Tânia Maria Hetkowski (p. 61 - texto de Sérgio Amadeu).
Outro autor que iniciou a pesquisa: Gilson Schwartz, Educar para a emancipação digital.
Sobre emancipação e apropriação tenho um resumo expandido que utilizei - basicamente - os seguintes autores e livros:
Jean Baudrillard - O sistema dos objetos (também fala de técnica e tecnologia)
James V. Wertsch - La mente en Acción (Recomendo o capitulo 2 e 5)
Gilbert Simondon - El modo de existencia de los objetos técnicos e La Individuación
Sobre cognição inicialmente sugiro:
A. Charles Catania - Aprendizagem: Comportamento, Linguagem e Cognição.
Robert J. Stemberg - Psicologia Cognitiva.
William Frawley - Vygotsky e a Ciência Cognitiva.
Juan Ignacio Pozo - Teorias Cognitivas da Aprendizagem.
Humberto Maturana e Francisco Varela - A árvore do Conhecimento.
Humberto Maturana - Emoções e Linguagem na Educação (p. 29 e p.38).
Huberto Maturana - Formação Humana e Capacitação.
Ricardo Rosas e Christian Sebastián - Piaget, Vigotski y Maturana: Constructivismo a tres voces
Pierry Lévy - A Máquina Universo: Criação, Cognição e Cultura Informática (p.179)
Existem outros trabalhos sobre o tema que podem ser encontrados em:
http://softwarelivre.org/danilorcesar
Enquanto pesquisadores, creio que um dos objetivos é de construirmos de forma colaborativa: conceitos, propostas pedagógicas, kits alternativos, metodologias dentre outros. Pensando sempre em compartilhar e democratizar o conhecimento construído coletivamente.
Atenciosamente,
Danilo Rodrigues César
Boa tarde!
Sim, precisamos mesmo buscar novos enfoques para a formação de professores. Um dos maiores desafios é convencer o professor de que ele não precisa de respostas prontas aos alunos. Como dito em outra comunidade, o professor tem o papel de nutricionista, entretanto muitas vezes esperam-no na posição de mastigador de conteúdos.
Outro autor que mereceria leitura, entre os tantos bons nomes acima, é Álvaro Vieira Pinto, principalmente dos dois volumes de "O Conceito de Tecnologia". É uma obra grandiosa para discutir tecnologia e sociedade que só foi resgatada há poucos anos, embora presuma-se finalizada nos anos 1970.
O único da lista que não levaria em conta nos estudos é Lévy. Inclusive há uma matéria sobre o autor no site do Instituto Claro que mostra o pensamento pouco profundo nas questões vaticinadas. Lévy tem um discurso muito espantado e maravilhado com "trecos" tecnológicos, algo que devemos evitar quando tratamos de técnicas e tecnologias em escolas.
Podemos também pensar em Papert - evidentemente tirando os intervalos comerciais de alguns de seus escritos - como uma boa fonte de inspiração para futuros trabalhos de robótica (pedagógica ou educacional ou cognitiva ou pervasiva ou ... ).
Creio que muitos perguntam o porquê de a robótica ainda não ser tão difundida em escolas apesar da enorme disponibilidade de conjuntos (conhecidos como kits) de baixo custo e softwares livres. Como em quase tudo na vida, não há uma única resposta. Um dos problemas frequemente levantados é espelhar-se nos laboratórios de informática e buscar um currículo. Faço sempre analogia com a maior área de sucesso científico do Brasil: a agricultura. Quem transformou o país em uma potência agrícola jamais precisou de currículos ou preparação de pessoas para capacitá-los a criar e inovar as atividades. É por isso que também debato muito com a Academia a necessidade de recorrer sempre ao argumento da autoridade para alicerçar posições. Talvez muitos dos exemplos que procuramos estejam escondidos em um pequeno distrito de alguma cidade do interior do Brasil. A sociedade não cansa de surpreender...
Atenciosamente,
Rodrigo
Comentário de Rafael Gomes Galvão em 14 setembro 2011 às 16:20
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