NEP - Núcleo de Educação para a Paz

Informação

NEP - Núcleo de Educação para a Paz

O NEP/UEPG visa a contrução da atitude científica em relação à Educação para a Paz, pois estuda, pesquisa, produz conhecimento e, especialmente, forma professores para esse trabalho.

Prof. Msc. Nei Alberto Salles Filho

NEP/UEPG

Site: http://www.pitangui.uepg.br/nep
Local: Universidade Estadual de Ponta Grossa, Paraná, Brasil
Membros: 65
Última atividade: quarta-feira

Sobre o NEP/UEPG

O Núcleo de Estudos e Formação de Professores em Educação para a Paz e Convivências, da Universidade Estadual de Ponta Grossa, Paraná, se caracteriza por agregar educadores que atuam na Educação Básica e no Ensino Superior, que nas suas ações desenvolvem propostas pedagógicas relacionadas às convivências escolares, com foco nas questões relativas à Educação para a Paz, Educação em Valores Humanos, Prevenção de Violências e Mediação de Conflitos na Escola, procurando discutir aspectos conceituais e metodológicos destes temas.

A participação é de caráter voluntário e é marcada por momentos de estudo coletivo, atividades em escolas e produção acadêmica. Cabe ressaltar que o NEP/UEPG está ligado às discussões atuais sobre violências escolares, ao estudos sobre convivências e clima escolar e atento ao movimento que internacionalmente é conhecido como Investigação para a Paz (Peace Research).

Como conceito básico para o trabalho está o entendimento da Educação para a a Paz como o processo pedagógico de resolução não-violenta dos conflitos, entendo os conflitos como inerentes aos seres humanos e às escolas. Logo a percepção sobre Paz é ampliada da questão apenas da espiritualidade, harmonia e tranquilidade – mesmo que as considere – para um dimensão mais concreta das práticas sociais escolares considerando a diversidade de idéia, opiniões e formas de perceber o mundo e a vida.

Nesse cenário encontramos a necessidade de buscar através de diálogo qualificado, relações humanas mais horizontais, repúdio aos vários tipos de violências, valorização dos direitos humanos e ressignificação de valores humanos as contribuições necessárias para a formação de professores para as diferentes situações de violências nas escolas.


Fórum de discussão

Educação para paz nas escolas

Iniciado por CHRISTIANE CORDEIRO SILVESTRE 4 Mar, 2012. 0 Respostas

Na ultima quinta-feira o professor Nei deu uma entrevista no jornal sobre orientações do bullying para professores. Hoje se pararmos para observar é uma das coisas mais faladas na midia. Mas pensando…Continuar

Gênero e Cultura de Paz: qual a contribuição da Educação para a Paz ???

Iniciado por Nei Alberto Salles Filho 28 Jan, 2012. 0 Respostas

Reffexões inicias provocativas para discurtirmos a Educação para a Paz como contribuição na violência de gênero... IV CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE POLÍTICAS PÚBLICAS PARAMULHERES DE CAMPINAS VIOLÊNCIA DE…Continuar

Tags: Paz, da, Cultura, Gênero, Violência

GÊNERO E EDUCAÇÃO PARA A PAZ: reflexões iniciais

Iniciado por Nei Alberto Salles Filho 28 Jan, 2012. 0 Respostas

Reflexões iniciais: tema fundamental...meio caixa preta...mas necessário falar...Do sítio:…Continuar

ENSINO SUPERIOR E EDUCAÇÃO BÁSICA: ARTICULAÇÃO PELA EDUCAÇÃO PARA A PAZ

Iniciado por Nei Alberto Salles Filho. Última resposta de Nei Alberto Salles Filho 18 Jan, 2012. 1 Resposta

Olá, a Educação para a PAZ como dimensão importante na aproximação do ensino superior com a educação básica. Leiam o artigo anexado. Abaixo as informações básicas. EVENTO - EDUCERE - PUC, PARANÁ,…Continuar

Tags: NEP-UEPG

Caixa de Recados

Comentário de Ulisses Guglielmetti em 10 setembro 2011 às 12:32

Ola meus e amigos e amigas, Sou matematico, e minha óptica para o mundo é de analise pelas interações, ou seja aplicação de modêlos onde as equações se completam pelo equilibrio, quando não temos esse, vivemos o processo de desigualdade, Essa desigualdade, ou equilibrio quebrado, leva ao não justo ou não certo. Nossa mente tenta em vão consertar e paradoxalmente criamos as distorções sociais e as bases para o comprtamento alterado.

Nossa sociedade usa o modelo de consumo e crescimento, será que temos alternativa??? (continua)Ulisses Guglielemtti

Comentário de Nei Alberto Salles Filho em 10 setembro 2011 às 16:38

Olá Ulisses, muito obrigado por estar conosco. O que você comenta é importante para todos pensarmos. São enfoques diversos e que ao mesmo tempo fazem parte do mesmo mundo, das pessoas que estão juntas nas ruas, nos supermercados, nas escolas, universidades. As pessoas mais próximas das ciências humanas e sociais tem outros olhares sobre as questões, que de certa forma acreditam que as fórmulas e modelos embora sejam condicionantes, não são determinantes.

De qualquer forma, o mais importante nisso tudo, não é quem tem mais ou menos certeza, quem vence o debate, pois no final das contas, todos querem menos violência, menos pobreza e que consigamos, mesmo com as diferenças, caminhar para dias melhores.

Se isso vai mudar??? De verdade não sabemos, quem sabe a estatística não nos ajude muito. Mas alternativas temos. O COMFUTURO é uma delas, não fosse esse portal, não estaríamos aqui, nessa boa reflexão. Abrir a Ciência para todos, sejam dos mais titulados até pessoas curiosas que não estão na academia, mas que querem e podem saber mais esaber diferentes, são alternativas de entender a complexidade e acreditar no melhoramento das perguntas sobre o mundo.

Abraço :)

Nei

Comentário de Ulisses Guglielmetti em 20 setembro 2011 às 10:05

Olá Nei e amigos, vamos falar sobre distorções, quando temos um circuito que não suporta a carga que lhe é imposta, sofremos um processo de falta de energia, gerando uma sequencia sobrepostas que definimos como distorção. Analogamente sentimos isso na sociedade, quando a demanda se sobrepõe a produção ou meio circulante ou mesmo por concentração de renda ou ativos finaceiros.

Vemos que os governos trabalham por controle das distorções, mas governos federais, são como lutadores de box tentando mover pinças, as intervenções sempre causam algum beneficio, mas geram sempre uma nova distorção ou fatores que prejudicam de alguma forma segmentos.

Para corrigir distorções usamos equalizadores, que seriam as filosofias voltadas ao equilíbrio das ações tentando distribuir a energia(fotor monetário) da melhor forma possível. Penso, e somente penso, que quanto mais equalitária, menos violenta e mais pacífica a ordem, quanto mais participativa, memores as dirtorções, então fica a pergunta, quais as novas filosófias que temos para seguir??Seremos capazes de uma nova utopia ???

Abraços à todos

Ulisses

Comentário de Nei Alberto Salles Filho em 24 setembro 2011 às 10:52

Olá Ulisses e amigos da comunidade

Como você eu também penso, (e o trabalho do NEP é pensar fazendo algumas tentativas) que equidade e prevenção das violências contribuem para diminuir as distorçoes que você comenta.

Quanto às novas filosofias ou utopias, não vejo como a necessidade de novas ou outras, porque discurso, discernimento, clareza, ou, a dimensão mais objetiva/cognitiva já temos.

Nesse caso penso/sinto, ou sentipenso que a busca está muito mais em como criar mecanismos (não sei se compensatórios, ou chamaria de degraus, ou equalizador) para sensibilizar/humanizar ações e práticas, nos diversos setores, no sentido de  supor olhares e procedimentos pensando mais no coletivo ou no maior número de pessoas beneficiadas.

No final das contas não é esse um dos objetivos da ciência? Pensando na Educação, o Nep, junto a outros grupos no Brasil (na Europa se discute a EP como disciplina acadêmica desde os anos 60) procura qualificar os conceitos de "paz positiva e paz negativa", de "mediação de conflitos" de "violência estrutural e violência direta", que contribuem para que os educadores entendam melhor os processos nos quais estão envolvidos. O que vemos é que isso contribui na abordagem e nos processos de prevenção, ainda restritos às salas, à comunidade escolar e com repercussão em algumas famílias, com efeito macro ainda inexpressivo, mas, como forma de dizer não às estruturas violências, como opção para viver a vida...

Abraços :)

Comentário de Katia Abbud em 17 outubro 2011 às 18:43

Nei

ola

 obrigada pelo convite e ate que enfim consegui acessar aqui

Comentário de Katia Abbud em 9 novembro 2011 às 10:39

Ola amig@s Participei de um programa da Globo aqui cujo tema era Bullying Va´rias escolas da regiaõ pariicparam com redações que forma selecionadas pro um grupo de especialistas de diversas áreas.E o que nos preocupou e angustiou?A exposição de adolescentes à violencia do bullying,com depoimentos sofridos e, a ausencia de estrutura protetiva pro parte da escola e tb das familias.A consttrução de uma cultura da paz ainda está longe da nossa realidade

 

Comentário de Edinei Correia de Oliveira em 10 novembro 2011 às 18:19

Olá amigos escrevi isso e muitos acharam importante...Até agora ninguém foi contrário: (    http://www.facebook.com/notes/edinei-correia-de-oliveira/a-voz-do-p...  ) Cliquem e vejam...Obrigado!

Comentário de Nei Alberto Salles Filho em 20 novembro 2011 às 16:29

Obrigado Rafael, ótima lembrança. Fundamental voltar e olhar, para poder pensar em novos passos, em novas demandas, em outras soluções.

Acreditamos que a Educação para a Paz como campo é um dos caminhos.

 

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